Enxergar o cliente que fica — não só a venda que entra.
Estruturar o dado da jornada completa, do primeiro clique à renovação do 12º mês, para que aumentar o investimento em Meta e Google deixe de ser aposta e passe a ser decisão.
O pixel para de contar na primeira venda.
O produto já converte e a operação já roda. O gargalo não está na campanha — está no que as plataformas e os relatórios conseguem enxergar do que acontece depois do clique.
Um assinante de SaaS não vale o que pagou hoje. Vale o que vai pagar no 3º, no 6º e no 12º mês. Mas o Meta e o Google só recebem o sinal da primeira cobrança — quando recebem. A segunda renovação, a terceira, a mudança de plano: nada disso volta para as plataformas. O algoritmo otimiza para uma fração do valor real de cada cliente.
Do lado da decisão, a leitura disponível hoje é a de último clique: quem levou o crédito pela conversão. Isso responde "qual anúncio apareceu por último". Não responde "qual canal traz gente que fica" — que é a pergunta que define até onde dá para subir o orçamento.
O efeito prático é conhecido: o teto de investimento passa a ser definido pela confiança, não pelo dado. Sem saber o CAC real por campanha e o retorno acumulado por origem, cada aumento de orçamento é um teste caro — e a decisão de cortar uma campanha "cara" pode estar matando justamente o canal que traz o melhor cliente.
Duas camadas — e nessa ordem.
Trackeamento não é rastreamento.
O dashboard só é confiável se o dado embaixo dele for confiável. Por isso o projeto tem duas camadas, e a segunda depende da primeira.
Camada 1 · Trackeamento — a fundação
Uma identidade própria, criada no primeiro contato do visitante, que atravessa sessões, dispositivos e meses — e que é colada ao usuário do Supabase no momento do cadastro. A partir daí, toda receita daquele cliente, hoje e daqui a um ano, tem endereço de origem. É isso que permite dizer: "este cliente veio da campanha X, custou Y, e já gerou Z depois de 8 meses."
Camada 2 · Dashboard — a leitura
O mesmo dado, organizado para responder as perguntas que definem o orçamento: quanto custa adquirir, quanto retorna na primeira venda, quanto retorna acumulado, quem fica e quem cancela — sempre segmentável por campanha, conjunto, anúncio, UTM e canal.
O ganho não é só relatório. Quando o Meta e o Google passam a receber os eventos certos, com o valor certo, o próprio algoritmo começa a procurar o perfil de gente que assina e renova — em vez de otimizar para quem só clica ou só se cadastra.
Onde cada coisa vive.
A estrutura respeita a decisão de não migrar infraestrutura agora — e já nasce desenhada para permitir a separação no futuro, se o crescimento justificar.
Coleta — no próprio domínio
Um Worker na Cloudflare rodando em cartazista.online, servindo o script de coleta e recebendo os eventos em rotas do próprio domínio. Sem GTM, sem script de terceiro, sem depender de bloqueadores permitirem a chamada. É o que garante que o dado exista antes de qualquer análise.
Armazenamento — no Supabase que já existe
Conforme a sua preferência, os dados de marketing ficam no mesmo projeto Supabase, porém em schema dedicado — tabelas próprias, índices próprios, permissões próprias. A escrita de tracking não toca nas tabelas operacionais do SaaS.
Sobre o risco de performance: o volume de escrita de tracking é pequeno e assíncrono (não entra no caminho crítico de nenhuma tela do produto), e as consultas pesadas do dashboard rodam sobre tabelas agregadas, não sobre a base bruta. E, por viver em um schema separado com fronteira explícita, o dia em que o volume justificar um banco dedicado é uma troca de destino de escrita — não uma reescrita do sistema.
Entrada de custo — APIs oficiais
Meta Marketing API e Google Ads API sincronizadas diariamente, trazendo investimento, impressões, cliques e alcance por campanha, conjunto e anúncio. É esse número que cruza com a receita real para produzir CAC e ROAS verdadeiros — em vez do ROAS declarado pela própria plataforma que vendeu o clique.
Saída de sinal — de volta às plataformas
Meta Conversions API com deduplicação por event_id contra o pixel do navegador (nada é contado duas vezes) e Google Ads via Enhanced Conversions e importação de conversões offline com valor — o que permite creditar uma renovação de daqui a seis meses ao clique que a originou.
Trackeamento (Meta e Google).
A camada que faz o dado existir e chegar íntegro nas plataformas. É pré-requisito técnico do dashboard — sem ela, o painel mostraria a mesma leitura incompleta de hoje, só que mais bonita.
Entregáveis
- Worker de coleta no domínio próprio — script servido e eventos recebidos em cartazista.online, sem intermediários.
- UTMs à prova de falha — captura e persistência de UTMs, gclid, gbraid, wbraid e fbclid, sobrevivendo a troca de página, retorno por outra fonte e sessões futuras.
- Identidade própria + costura com o Supabase — o ID anônimo criado na primeira visita é vinculado ao user_id no cadastro. É o que mantém o vínculo cliente ↔ origem meses depois.
- Mapeamento e implementação dos eventos na landing e dentro do app: visita, cadastro, primeiro cartaz (ativação), início do teste grátis, 1ª assinatura e renovação.
- Separação explícita entre aquisição e recorrência — novo assinante (1ª compra) e assinante existente (renovação) trafegam como eventos distintos, com valores distintos.
- Meta · Conversions API com dados avançados de correspondência (e-mail e telefone com hash) e deduplicação por event_id contra o pixel.
- Google Ads · Enhanced Conversions e importação de conversões offline com valor, incluindo renovações posteriores atribuídas ao clique de origem.
- Integração com o gateway de assinaturas por webhook, como fonte da verdade de pagamento, renovação e cancelamento.
- Painel de diagnóstico de eventos — o que foi enviado, para qual plataforma, com qual resposta, e reprocessamento de falhas.
- Documentação e validação assistida ponta a ponta com eventos reais antes da entrega.
Dashboard de crescimento.
Nove telas, desenhadas a partir das perguntas que você fez — e não a partir do que a ferramenta consegue mostrar.
Visão geral
- Investimento, cadastros, CAC, novos assinantes e MRR do período
- ROAS da primeira venda e ROAS considerando recorrência, lado a lado
- Churn, LTV e ARPU com comparativo contra o período anterior
- Filtro global por data, canal, campanha e plano
Aquisição
- Visitantes e sessões por origem, canal, campanha, conjunto, anúncio e UTM
- Cadastros e custo por cadastro em cada nível
- Investimento diário vs. volume de cadastros
- Ranking de campanhas por custo por cadastro
Funil de conversão
- Visita → cadastro → primeiro cartaz → teste grátis → assinatura
- Taxa de passagem e volume perdido em cada etapa
- Tempo médio entre cadastro e primeira compra
- O mesmo funil recortado por campanha — para ver onde cada canal trava
Jornada e atribuição
- Linha do tempo completa de cada cliente, com todos os pontos de contato
- First-click, last-click e all-clicks comparados na mesma tela
- Caminhos de conversão mais frequentes (ex.: Meta → orgânico → Google)
- Quanto cada canal ganha ou perde conforme o modelo de atribuição
Ativação e uso
- Cadastro → primeiro uso / primeiro cartaz
- Ativação e intensidade de uso durante o teste grátis
- Conversão trial → assinatura por origem
- Correlação entre uso no trial e permanência depois
Receita e recorrência
- MRR com abertura entre nova receita, expansão, renovação e perda
- Primeira assinatura vs. renovações, separadas
- Cancelamentos e churn (de clientes e de receita)
- Ticket médio / ARPU e distribuição por plano adquirido
Cohorts e LTV
- Cohorts por mês de aquisição cruzados com origem e campanha
- Curva de retenção mês a mês por cohort
- Receita acumulada e LTV por cohort e por canal
- Payback: em quantos meses cada canal devolve o CAC
Campanhas · Meta e Google
- Meta e Google na mesma tabela, com a mesma régua
- Custo, CPM, CPC, CTR por campanha, conjunto e anúncio
- Ao lado: cadastros, assinaturas, receita e LTV gerados de fato
- CAC real e ROAS de 1ª venda vs. ROAS de LTV por campanha
Clientes, acessos e auditoria
- Base de clientes com origem, data de aquisição, plano e receita acumulada
- Busca por cliente para abrir a jornada individual completa
- Exportação em CSV das visões principais
- Login individual por usuário e registro de acessos
Tudo que você listou — e onde aparece.
Cada métrica que você pediu está contemplada. Abaixo, agrupadas pela pergunta de negócio que respondem.
Aquisição
Ativação
Receita
Retenção
Atribuição e retorno
O que o painel faz com as plataformas.
Você perguntou qual seria o escopo do gerenciador próprio e quais ações dariam para executar direto pela plataforma. A resposta, com a fronteira clara:
Nesta entrega · Leitura completa e unificada
- Meta e Google na mesma tabela, com a mesma régua e o mesmo período — sem abrir dois gerenciadores e conciliar na mão.
- Métricas de mídia por nível: investimento, impressões, cliques, CPM, CPC, CTR e alcance por campanha, conjunto e anúncio.
- Cruzamento com o que aconteceu depois do clique: cadastros, ativações, assinaturas, renovações e receita acumulada — vindos do seu banco, não do relatório da plataforma.
- CAC real e ROAS por campanha, em duas leituras: primeira venda e LTV.
- Alertas de leitura: campanhas acima do CAC alvo e campanhas com CAC alto na primeira venda mas LTV acima da média — o caso clássico do canal que parece caro e é o melhor.
Fora desta entrega · Ações de escrita
Pausar, ativar, alterar orçamento, editar segmentação e criar campanhas pelo painel são ações de escrita nas APIs. Executá-las com segurança exige tratar limites de requisição, fila de execução, permissões por usuário, rollback e auditoria — um bloco de trabalho que não cabe nesta primeira entrega sem inflar prazo e valor.
Na prática, o ganho está na decisão, não no clique de pausar: com o CAC e o LTV reais por campanha na tela, a ação no gerenciador leva segundos. Fica mapeado como módulo de evolução, orçado à parte quando a camada de leitura estiver rodando com dados acumulados.
Proposta comercial.
Os módulos podem ser contratados separadamente. O trackeamento é pré-requisito técnico do dashboard — contratado sozinho, o dashboard trabalharia sobre um dado incompleto.
O projeto completo: a fundação de dados e a leitura dela, construídas juntas e validadas ponta a ponta. É o formato que entrega a resposta inteira — do custo do clique à renovação do 12º mês.
Aprovação da proposta
Cinco semanas, com entrega intermediária.
Início a definir, após a confirmação do pagamento e a liberação dos acessos. As semanas contam a partir do início do mapeamento. O trackeamento entra em produção na semana 2 — ou seja, o dado já começa a ser acumulado enquanto o dashboard é construído.
Acessos, infraestrutura e mapeamento
Zona DNS na Cloudflare, criação do schema de tracking no Supabase, liberação dos acessos e mapeamento definitivo dos eventos: quais ações do app viram sinal, com quais parâmetros e qual valor.
Trackeamento em produção · Entrega do Módulo 1
Worker no ar, eventos implementados na landing e no app, integração com o gateway, envio para Meta CAPI e Google Ads com dedupe, e validação assistida com conversões reais.
Base analítica e integrações de mídia
Modelagem das tabelas agregadas (funil, cohort, MRR, atribuição), ingestão diária de custo via Meta Marketing API e Google Ads API, e construção das telas do dashboard.
Validação assistida e handover · Entrega do Módulo 2
Conferência dos números contra as fontes originais (Supabase, gateway e gerenciadores), ajustes finais, e passagem de uso com a documentação de como ler cada tela.
O que preciso para começar.
Nada aqui é bloqueio — mas o cronograma da semana 1 depende destes itens. Todos podem ser resolvidos juntos, em uma chamada.
DNS na Cloudflare
Para o trackeamento rodar no seu próprio domínio (que é o que o torna resistente a bloqueadores e independente de terceiros), a zona cartazista.online precisa passar a ser gerenciada pela Cloudflare. O registro do domínio continua na GoDaddy — muda apenas o servidor de nomes. Os registros atuais são copiados antes da troca, o processo leva cerca de 30 minutos, é feito em conjunto e não derruba o site nem o e-mail. A Cloudflare tem plano gratuito suficiente para esta operação.
Acessos necessários
- Supabase — acesso ao projeto para criar o schema de tracking e ler as tabelas de usuários e assinaturas.
- Projeto no Lovable — para instalar o script e marcar os eventos do app (cadastro, primeiro cartaz, início de trial). Alternativamente, entrego as instruções para o seu time aplicar.
- Meta Business — acesso ao pixel, à conta de anúncios e permissão para gerar o token da Conversions API.
- Google Ads — acesso à conta para configurar conversões, Enhanced Conversions e a leitura via API.
- Gateway de assinaturas — qual processa as cobranças recorrentes (Stripe, Asaas, Pagar.me ou outro) e acesso para configurar o webhook.
- Conta Cloudflare — sua, para que o Worker e o domínio fiquem sob seu controle desde o primeiro dia.
O combinado entre as partes.
- O trackeamento é pré-requisito do dashboard. Contratado isoladamente, o dashboard trabalharia com o dado incompleto que existe hoje — sem origem confiável por cliente e sem vínculo entre renovação e campanha.
- Cohorts e jornada começam a contar a partir da implementação. Não existe forma honesta de recuperar a origem de mídia de quem se cadastrou antes. O histórico já registrado no Supabase (assinaturas, receita, cancelamentos) entra no dashboard normalmente — porém sem origem de campanha atribuída.
- Os dados de marketing ficam no Supabase atual, em schema dedicado, sem alterar as tabelas operacionais do SaaS. A arquitetura já nasce preparada para separação futura, caso o crescimento justifique.
- As marcações dentro do app dependem de pontos no código do Lovable. Com acesso ao projeto, eu aplico; sem acesso, entrego as instruções exatas e o seu time aplica — nesse caso o prazo depende dessa execução.
- Fidelidade de atribuição. O sistema recupera a maior parte da jornada, mas nenhuma solução recupera 100%: navegação anônima, troca de dispositivo sem login e recusa de consentimento sempre deixam lacunas. O compromisso é com um dado íntegro e auditável, não com um número mágico.
- Custos de terceiros não estão inclusos — Cloudflare, Supabase e eventuais limites das APIs de Meta e Google. Nenhum deles exige plano pago para o escopo previsto no início.
- Dados pessoais trafegam com hash (e-mail e telefone) nos envios às plataformas, e o comportamento de consentimento respeita a política de privacidade do CARTAZISTA.online.
- Será criado um grupo de WhatsApp para alinhamentos durante o projeto.
O que não está incluído.
Para clareza entre as partes, os itens abaixo não fazem parte deste projeto — todos podem ser tratados em um segundo momento, com escopo e orçamento próprios:
Para dar o sim.
- Aprovação do escopo e do formato — módulos separados ou combo.
- Pagamento via Pix — a confirmação libera o início da semana 1.
- Chamada de setup — troca de DNS, liberação dos acessos e definição do gateway de assinaturas, tudo em uma sessão.
- Mapeamento de eventos — validação de quais ações do produto viram sinal e com qual valor.
De acordo
Trackeamento, dados e decisão para quem investe em mídia.